Trabalho analisa uso de geossintéticos para reabilitação estrutural de um pavimento asfáltico

22-5013-fornitgeogrelha1Os pesquisadores Clauber Costa, da Planex Consultoria S/A, Isaac Eduardo Pinto, do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), e Thiago Borges, da SPEC Consultoria Ltda, apresentaram no Regeo 2015 (VIII Congresso Brasileiro de Geotecnia Ambiental) e o Geossintéticos 2015 (VII Congresso Brasileiro de Geossintéticos), realizados em julho de 2015, em Brasília. O trabalho tem como título “Aplicação de geossintéticos como proposta de reabilitação estrutural de um pavimento asfáltico, num trecho de rodovia, pertencente ao Plano Rodoviário do Estado de Minas Gerais”.

Segundo a pesquisa, a necessidade de criação de alternativas de soluções de projeto e/ou reabilitação de pavimentos asfálticos, frente aos atuais conceitos e métodos de dimensionamento (para suprir as necessidades de enfrentamento das solicitações do tráfego e das condições climáticas), reafirma a aplicação e/ou o uso de geossintéticos, em especial os geotêxteis e as geogrelhas. Dessa forma, estruturas de pavimento flexível, reforçadas com geossintéticos, vem crescendo ao longo das últimas décadas, com o objetivo principal de garantir um controle efetivo das degradações dos pavimentos ao longo da vida útil.

Medida da deformação elástica com Viga Benkelman

Com esse propósito, o trabalho em questão descreve os resultados das análises, por meio de modelagem numérica, do comportamento tensão versus deformação do sistema de camadas de um acostamento típico pavimentado, com a aplicação de geossintéticos como proposta e/ou uma tentativa de reabilitação estrutural, situada num trecho de rodovia, pertencente ao Plano Rodoviário do Estado de Minas Gerais, utilizando o software SIGMA/W, cujo embasamento matemático é o Método dos Elementos Finitos (MEF), foi adotado um modelo elástico−linear e submetido a um carregamento estático.

A pesquisa limitou-se essencialmente a analisar pavimentos com comportamento elástico-linear (materiais com módulos de resiliência constantes), com a geogrelha localizada na interface das camadas de Base (B) e Sub-base (SB), comparadas a outro modelo estrutural denominado de Condição de Referência com as mesmas características estruturais e/ou de deformabilidade, porém, sem a aplicação da geogrelha, de modo a obter resultados a respeito do funcionamento e aplicabilidade das geogrelhas no desempenho global da estrutura e analisar qualitativamente a distribuição das deformações.

Leia mais sobre as conclusões na íntegra do artigo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.